Diante da crise atual e da necessidade de se reinventar, tanto os trabalhadores, como empresas vêm procurando formas de economizar e continuar produzindo. São novas formas de contratar e melhores maneiras de reduzir custos, sem perder a qualidade. E daí surge uma grande dúvida, empregado ou prestador de serviço, o que é melhor? Primeiramente é necessário que as figuras de prestador de serviços e empregado sejam definidas brevemente. Segundo a legislação (CLT), toda pessoa física que presta serviços não eventuais mediante pagamento de um salário é considerada um empregado. Já um prestador de serviço não tem vínculo empregatício com a empresa para qual realiza as suas atividades, não está sujeito ao controle de uma jornada, pode ser substituído por outro profissional e também não possui subordinação direta (ele é seu próprio chefe).
Resumidamente, o prestador de serviços (pessoa física ou jurídica) deve apenas exercer atividade pontualmente pactuada em contrato de prestação de serviço, respeitando as características acima.
Sendo assim, se na sua empresa as atividades exercidas dependem de pessoalidade, cumprimento de carga horária e determinadas ordens na execução do trabalho, você deve redobrar sua atenção, pois ao contratar um prestador de serviços você pode atrair um risco trabalhista para sua empresa.

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